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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

ENERGIAS RENOVÁVEIS

Há luz no fim do túnel

Notícia - 4 - fev - 2011
Gerar energia próximo ao local de consumo é alternativa para evitar apagão generalizado.

A energia eólica é a fonte que mais cresce no mundo.
Oito estados do Nordeste passaram até quatro horas sem luz na madrugada desta sexta-feira, dia 04, graças a uma falha técnica em uma subestação de transmissão de energia no interior de Pernambuco, que provocou um efeito cascata de falta de energia na região. O incidente comprova que o Brasil precisa investir em eficiência de geração e distribuição de energia.
Grandes usinas hidrelétricas, em geral distantes dos seus centros de consumo, dependem de estações intermediárias de transmissão para distribuir a energia que produzem. O caso do apagão que atingiu Bahia, Alagoas, Ceará, Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba mostra que a segurança no abastecimento passa por minimizar este efeito em cadeia, produzindo energia de forma descentralizada.

“Gerar energia mais perto de onde ela será consumida, o que chamamos de geração descentralizada, é a maneira mais segura de garantir que não haverá falta de eletricidade no país”, diz Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Energia do Greenpeace. “Além de uma alternativa para o problema de apagões generalizados, a descentralização evita as perdas de energia que acontecem no processo de transmissão e pode garantir fornecimento a um milhão de pessoas que ainda não têm energia elétrica no Brasil”, diz.

Veja o vídeo acima.
 



A nova versão do relatório Revolução Energética, estudo elaborado pelo Greenpeace, em parceria com especialistas do setor e lançado no final de 2010, mostra como o Brasil pode se tornar 93% renovável nos próximos 40 anos, com investimentos em energia limpa e eficiência. Pelas projeções do relatório, 26,4% da energia que consumiremos será proveniente de solar e eólica. “O Nordeste é a região do país onde o sol e o vento podem gerar mais energia. Com todo este potencial, não faz sentido um defeito de transmissão ser capaz de cessar o abastecimento de oito estados”, conclui Baitelo.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A SEGUIR, MOSTRAREI UMA SÉRIE DE REPORTAGENS SOBRE A VERDADEIRA VIAGEM DE DARWIN, QUE A WWF DIVULGOU EM SEU SITE!

Darwin a bordo do HMS Beagle

Darwin a bordo do HMS Beagle

Dezembro de 1831, o jovem naturalista Charles Darwin, com então 22 anos, recém-formado pela Universidade de Cambridge, embarca naquela que seria a viagem da sua vida.

A bordo do veleiro HMS Beagle, a serviço da Marinha Real Britânica, Darwin parte do porto da cidade inglesa de Plymouth rumo ao Hemisfério Sul.

Comandada por Robert FitzRoy, a expedição tinha como objetivo central a produção cartográfica do continente. Entretanto, seu principal resultado indireto é o clássico “A Origem das Espécies”, publicado por Darwin em 1859 – há exatos 150 anos.

Na introdução da obra, logo no primeiro parágrafo, Darwin cita a importância da viagem a bordo do HMS Beagle, na qual ficou “deveras impressionado com certos fatos relativos à distribuição dos seres vivos existentes na América do Sul”, para compor o estudo que revolucionaria as ciências naturais e traria à tona a teoria da evolução.

Em cinco anos, a expedição explorou praticamente toda a costa da América do Sul, da Bahia ao arquipélago de Galápagos, no Equador, com paradas no Uruguai, Argentina, Chile e Peru. O retorno ao Reino Unido foi feito pela Austrália, seguindo pelo Oceano Índico e África do Sul.

“A viagem do Beagle foi de longe o mais importante evento da minha vida, e determinou todo meu caráter. (...) Sempre senti que devia àquela viagem o primeiro treinamento real ou educação da minha mente; fui levado a atentar para vários ramos da história natural, e assim minha capacidade de observação melhorou, embora sempre tenha sido bem desenvolvida”, afirma Darwin em “Memórias do desenvolvimento da minha mente e meu caráter”, quase uma autobiografia escrita no final da sua vida.

WWF e a Expedição Darwin

Expedição Darwin
Saiba mais

Conheça a história de Darwin a bordo do HMS Beagle.

Espécies e clima: Darwin aponta a redução dos alimentos como um dos principais fatores das alterações climáticas.

Descubra detalhes sobre a passagem de Darwin pelo Brasil, e suas impressões sobre a Mata Atlântica.

Para comemorar os 200 anos de nascimento do naturalista Charles Darwin, e 150 anos da publicação do livro “Origem das Espécies”, a Rede WWF apóia a Expedição Darwin – As Espécies e o Clima.
Iniciativa da rede de televisão e rádio holandesa VPRO, o projeto irá refazer o trajeto do HMS Beagle pelo Hemisfério Sul – expedição integrada por Darwin entre 1831 e 1836.

A bordo do veleiro Amsterdan Clipper, a expedição chega ao Brasil no dia 30 de setembro e no dia 17 de outubro parte para o Uruguai.

Como no trajeto original, está prevista uma passagem por Fernando Noronha, além de paradas em Salvador, entre 6 e 11 de outubro, e Rio de Janeiro, entre 13 e 17 do mesmo mês.

O principal objetivo da viagem, que dura até maio de 2010, é produzir uma série de documentários de TV sobre as observações e descobertas de Darwin durante a expedição, a partir dos locais visitados por ele.

A apresentadora da série é Sara Darwin, tataraneta do naturalista. A embarcação também é um estúdio navegante no qual haverá cientistas durante toda a viagem e suas pesquisas serão seguidas pela internet, rádio e televisão.

Para marcar a passagem da Expedição Darwin, o WWF-Brasil preparou um conteúdo especial sobre o que pode ocorrer com as espécies do planeta, caso o aumento da temperatura global ultrapasse os 2ºC.
Como no trajeto original, a embarcação vai passar por Fernando Noronha, além de parar em Salvador, entre 6 e 11 de outubro, e Rio de Janeiro, entre 13 e 17 do mesmo mês.

CÂNCER DE PELE E SUAS CONSEQUÊNCIAS!PREVINA-SE!

A pele é o maior órgão do corpo humano. É dividida em duas camadas: uma externa, a epiderme, e outra interna, a derme. A pele protege o corpo contra o calor, a luz e as infecções. Ela é também responsável pela regulação da temperatura do corpo, bem como pela reserva de água, vitamina D e gordura. Embora o câncer de pele seja o tipo de câncer mais freqüente, correspondendo a cerca de 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, quando detectado precocemente este tipo de câncer apresenta altos percentuais de cura. As neoplasias cutâneas estão relacionadas a alguns fatores de risco, como o químico (arsênico), a radiação ionizante, processo irritativo crônico (úlcera de Marjolin), genodermatoses (xeroderma pigmentosum etc) e principalmente à exposição aos raios ultravioletas do sol. Câncer de pele é mais comum em indivíduos com mais de 40 anos sendo relativamente raro em crianças e negros, com exceção daqueles que apresentam doenças cutâneas prévias. Indivíduos de pele clara, sensível à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vitimas do câncer de pele. Os negros normalmente têm câncer de pele nas regiões palmares e plantares. Como a pele é um órgão heterogêneo, esse tipo de câncer pode apresentar neoplasias de diferentes linhagens. Os mais freqüentes são: carcinoma basocelular, responsável por 70% dos diagnósticos de câncer de pele, o carcinoma epidermóide com 25% dos casos e o melanoma, detectado em 4% dos pacientes. Felizmente o carcinoma basocelular, mais freqüente, é também o menos agressivo. Este tipo e o carcinoma epidermóide são também chamados de câncer de pele não melanoma, enquanto o melanoma e outros tipos, com origem nos melanócitos, são denominados de câncer de pele melanoma. Consulte o folheto Proteja-se do câncer de pele. Veja o cartaz Proteja-se do câncer de pele. Instituto Nacional de Câncer - INCA Praça Cruz Vermelha, 23 - Centro 20230-130 - Rio de Janeiro - RJ
Câncer de Pele A pele é o maior órgão do corpo humano. É dividida em duas camadas: uma externa, a epiderme, e outra interna, a derme. A pele protege o corpo contra o calor, a luz e as infecções. Ela é também responsável pela regulação da temperatura do corpo, bem como pela reserva de água, vitamina D e gordura. Embora o câncer de pele seja o tipo de câncer mais freqüente, correspondendo a cerca de 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, quando detectado precocemente este tipo de câncer apresenta altos percentuais de cura. As neoplasias cutâneas estão relacionadas a alguns fatores de risco, como o químico (arsênico), a radiação ionizante, processo irritativo crônico (úlcera de Marjolin), genodermatoses (xeroderma pigmentosum etc) e principalmente à exposição aos raios ultravioletas do sol. Câncer de pele é mais comum em indivíduos com mais de 40 anos sendo relativamente raro em crianças e negros, com exceção daqueles que apresentam doenças cutâneas prévias. Indivíduos de pele clara, sensível à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vitimas do câncer de pele. Os negros normalmente têm câncer de pele nas regiões palmares e plantares. Como a pele é um órgão heterogêneo, esse tipo de câncer pode apresentar neoplasias de diferentes linhagens. Os mais freqüentes são: carcinoma basocelular, responsável por 70% dos diagnósticos de câncer de pele, o carcinoma epidermóide com 25% dos casos e o melanoma, detectado em 4% dos pacientes. Felizmente o carcinoma basocelular, mais freqüente, é também o menos agressivo. Este tipo e o carcinoma epidermóide são também chamados de câncer de pele não melanoma, enquanto o melanoma e outros tipos, com origem nos melanócitos, são denominados de câncer de pele melanoma. Consulte o folheto Proteja-se do câncer de pele. Veja o cartaz Proteja-se do câncer de pele. Instituto Nacional de Câncer - INCA Praça Cruz Vermelha, 23 - Centro 20230-130 - Rio de Janeiro - RJ

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

CAMADA DE OZÔNIO

O que é a camada de ozônio? Em volta da Terra há uma frágil camada de um gás chamado ozônio (O3), que protege animais, plantas e seres humanos dos raios ultravioleta emitidos pelo Sol. Na superfície terrestre, o ozônio contribui para agravar a poluição do ar das cidades e a chuva ácida. Mas, nas alturas da estratosfera (entre 25 e 30 km acima da superfície), é um filtro a favor da vida. Sem ele, os raios ultravioleta poderiam aniquilar todas as formas de vida no planeta. Na atmosfera, a presença da radiação ultravioleta desencadeia um processo natural que leva à contínua formação e fragmentação do ozônio, como na imagem abaixo: O que está acontecendo com a camada de ozônio? Há evidências científicas de que substâncias fabricadas pelo homem estão destruindo a camada de ozônio. Em 1977, cientistas britânicos detectaram pela primeira vez a existência de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida. Desde então, têm se acumulado registros de que a camada está se tornando mais fina em várias partes do mundo, especialmente nas regiões próximas do Pólo Sul e, recentemente, do Pólo Norte. Diversas substâncias químicas acabam destruindo o ozônio quando reagem com ele. Tais substâncias contribuem também para o aquecimento do planeta, conhecido como efeito estufa. A lista negra dos produtos danosos à camada de ozônio inclui os óxidos nítricos e nitrosos expelidos pelos exaustores dos veículos e o CO2 produzido pela queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Mas, em termos de efeitos destrutivos sobre a camada de ozônio, nada se compara ao grupo de gases chamado clorofluorcarbonos, os CFCs. Como os CFCs destroem a camada de ozônio? Depois de liberados no ar, os CFCs (usados como propelentes em aerossóis, como isolantes em equipamentos de refrigeração e para produzir materiais plásticos) levam cerca de oito anos para chegar à estratosfera onde, atingidos pela radiação ultravioleta, se desintegram e liberam cloro. Por sua vez, o cloro reage com o ozônio que, conseqüentemente, é transformado em oxigênio (O2). O problema é que o oxigênio não é capaz de proteger o planeta dos raios ultravioleta. Uma única molécula de CFC pode destruir 100 mil moléculas de ozônio. A quebra dos gases CFCs é danosa ao processo natural de formação do ozônio. Quando um desses gases (CFCl3) se fragmenta, um átomo de cloro é liberado e reage com o ozônio. O resultado é a formação de uma molécula de oxigênio e de uma molécula de monóxido de cloro. Mais tarde, depois de uma série de reações, um outro átomo de cloro será liberado e voltará a novamente desencadear a destruição do ozônio. Quais os problemas causados pelos raios ultravioleta? Apesar de a camada de ozônio absorver a maior parte da radiação ultravioleta, uma pequena porção atinge a superfície da Terra. É essa radiação que acaba provocando o câncer de pele, que mata milhares de pessoas por ano em todo o mundo. A radiação ultravioleta afeta também o sistema imunológico, minando a resistência humana a doenças como herpes. Os seres humanos não são os únicos atingidos pelos raios ultravioleta. Todos as formas de vida, inclusive plantas, podem ser debilitadas. Acredita-se que níveis mais altos da radiação podem diminuir a produção agrícola, o que reduziria a oferta de alimentos. A vida marinha também está seriamente ameaçada, especialmente o plâncton (plantas e animais microscópicos) que vive na superfície do mar. Esses organismos minúsculos estão na base da cadeia alimentar marinha e absorvem mais da metade das emissões de dióxido de carbono (CO2) do planeta. O que é exatamente o buraco na camada de ozônio? Uma série de fatores climáticos faz da estratosfera sobre a Antártida uma região especialmente suscetível à destruição do ozônio. Toda primavera, no Hemisfério Sul, aparece um buraco na camada de ozônio sobre o continente. Os cientistas observaram que o buraco vem crescendo e que seus efeitos têm se tornado mais evidentes. Médicos da região têm relatado uma ocorrência anormal de pessoas com alergias e problemas de pele e visão. O Hemisfério Norte também é atingido: os Estados Unidos, a maior parte da Europa, o norte da China e o Japão já perderam 6% da proteção de ozônio. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) calcula que cada 1% de perda da camada de ozônio cause 50 mil novos casos de câncer de pele e 100 mil novos casos de cegueira, causados por catarata, em todo o mundo.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Você Pode Ajudar a Salvar a Biodiversidade



Você pode ajudar a salvar a biodiversidade

A arara-azul é uma espécie ameaçada de extinção.

Suas ações podem fazer a diferença para plantas e animais ameaçados, como a arara-azul.

A redução da biodiversidade e a perda dos serviços dos ecossistemas são uma grande ameaça global ao futuro de nosso planeta e de nossas gerações.

A boa notícia é que há várias coisas que você pode fazer para ajudar a aliviar a pressão sobre essa perda da biodiversidade.

A nossa situação não é um caso perdido.

Na verdade, mesmo as mais simples atividades do dia-a-dia podem fazer uma verdadeira diferença...
Cuidar do clima do planeta depende do esforço conjunto de todos.

Seja bonzinho com nosso clima

Todos nós somos atingidos, de uma forma ou de outra, pela mudança climática.

Mas se por um lado podemos nos agasalhar, arejar nossas salas ou correr para um ônibus, trem ou avião para fugir da pior parte de alguns impactos climáticos, muitíssimas espécies não têm tanta mobilidade, não são tão criativas e não podem se adaptar com tanta facilidade às mudanças ocasionadas por nossas espessas emissões de gases de efeito estufa.

As espécies que não têm para onde correr pouco a pouco estão sendo levadas à extinção.

Mas você pode ajudar a estancar o aquecimento global de várias formas diferentes! Saiba como.
Em todo o Brasil é possível encontrar lembranças e presentes que ajudam tanto o meio ambiente quanto as comunidades.

Não compre lembranças prejudiciais

Você está de férias, entra na loja de lembranças, olha para aquilo e pensa: "Que legal". É tão incomum que iria causar a maior sensação quando eu voltar.

Mas será que é feita de pele, osso, carapaça, bico ou patas de uma espécie ameaçada de extinção?

Se for, e se você comprar, simplesmente estará estimulando quem quer que a tenha matado e fabricado o objeto a fazer tudo de novo.

E tem mais: é bem provável que você viole alguma lei internacional ao passar pela fiscalização nos aeroportos ou estradas, o que é uma situação a ser evitada sempre.

Quando você evita certos produtos da fauna silvestre e observa bem o que compra (sempre pergunte!), você pode impedir que muitas espécies cheguem à beira da extinção.

Ao mesmo tempo, você também estará estimulando as lojas locais a estocar apenas produtos lícitos e sustentáveis.

A regra número um é a seguinte: na dúvida, não compre.
Comprar madeira certificada é uma das formas de proteger as nossas florestas.

Salve nossas florestas comprando da "boa" madeira

Todo ano, são perdidos cerca de 13 milhões de hectares de florestas naturais, uma área equivalente ao tamanho da Grécia.

Uma das principais causas dessa destruição é a extração madeireira ilegal, que é alimentada pela alta demanda por madeira e produtos de madeira que acabam indo parar em nossas lojas e nossas casas. Alguns analistas estimam que o comércio internacional de produtos de madeira ilegais gira em torno de US$ 5 bilhões por ano.

Com alguns atos simples no seu dia a dia, você pode contribuir para a proteção das florestas globais. Compre madeira e produtos de madeira de fonte legítima e sustentável.

Ao questionar a procedência da mobília do seu jardim ou do assoalho de madeira, você pode, na verdade, deter as serras elétricas e favorecer os fornecedores que fazem do jeito certo!

Procure o selo do Conselho de Manejo Florestal (FSC) e, caso não o veja, pergunte e tenha a certeza de estar comprando somente da boa madeira!

Reduza seu consumo de papel e use papel reciclado. O uso de papel 100% reciclado poupa 24 árvores por tonelada de papel.
A tartaruga-da-Amazônia é uma das espécies ameaçadas pelo consumo predatório.

Compre pescados sustentáveis

80% da biodiversidade do mundo vivem no mar, e ainda há bastante a ser descoberto. Só o solo marinho abriga pelo menos 100 milhões de espécies sem nome. Ainda assim, abaixo da superfície do oceano ocorrem cenas constantes de total e absoluta destruição.

É um fato que a diversidade da vida marinha está sendo sistematicamente devastada pela pesca excessiva.

Estamos esmagando, escavando, peneirando e remexendo todas as riquezas de nossos oceanos. E tudo que estamos deixando pra trás é uma área estéril.

Atualmente, 75% dos recursos de pesca estão esgotados ou exauridos.

Nossa insaciável demanda e inescrupulosa extração de peixes constitui a maior ameaça à saúde do ambiente marinho como um todo e à sua capacidade de sustentar a vida na Terra.

Mas há formas e meios de manter nossos oceanos vivos.

No restaurante ou em casa, tudo que você tem a fazer é escolher peixes sustentáveis, evitando espécies ameaçadas, como o atum de barbatana-azul ou o bacalhau do Mar do Norte.

No Brasil, a exploração inadequada do pirarucu está aproximando essa espécie do risco de extinção.

Outro recurso pesqueiro brasileiro em risco são as tartarugas de água doce, cujos ovos e carne são apreciados em toda a região amazônica.
 
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O Que a Rede WWF e o WWF-Brasil estão Fazendo em Relação a Perda Crescente da Biodiversidade?


O que a Rede WWF e o WWF-Brasil estão fazendo em relação a essa perda crescente da biodiversidade?

Subindo o rio Jari

Expedições científicas são uma das iniciativas do WWF-Brasil para ampliar os conhecimentos sobre o meio ambiente e traçar estratégias de conservação.

Nossa meta, nossa promessa

Até 2050, a integridade da maioria dos locais naturais notáveis da Terra será conservada, contribuindo para um futuro mais seguro e sustentável para todos.
Como a Rede WWF pode prometer isso?

O WWF é incomparável no sentido de que atua:

  • no nível local: nos campos, florestas, córregos, estuários e mares, com profissionais do desenvolvimento e da conservação, membros da comunidade local, povos indígenas, lavradores, pescadores, proprietários de terras e consumidores.
  • no nível internacional: trabalhando com governos, legisladores, líderes da iniciativa privada e da indústria, banqueiros, doadores etc. e procurando apoiar todos eles.

Por meio de nossos esforços com parceiros de todo o mundo, estamos promovendo, desenvolvendo e implementando soluções duradouras para os desafios ambientais enfrentados tanto por você quanto por nós.

Por meio de nossos programas de conservação, estamos combinando a conservação tradicional com esforços para o enfrentamento dos principais propulsores de perda da biodiversidade, inclusive, por exemplo, práticas comerciais e escolhas do consumidor. Paralelamente a isso, estamos trabalhando para reduzir nossa pegada ecológica, ou seja, a quantidade de terra e recursos naturais necessária para o fornecimento de nossos alimentos, água, fibra e madeira, e para a absorção de nossas emissões de CO2.

A Rede WWF, com seus principais parceiros (inclusive você!), pode preservar a maior parte da vida da Terra conservando os mais excepcionais ecossistemas e habitats, ou seja, lugares com imensa riqueza de biodiversidade, lugares com animais e plantas raros, lugares sem igual.

Onde a Rede WWF vai fazer isso?


Em nosso país, o WWF-Brasil escolheu como áreas de atuação a Amazônia, a Mata Atlântica e o Pantanal.

Internacionalmente, a Rede WWF concentra seus recursos na conservação de 35 locais prioritários: algumas das maravilhas naturais verdadeiramente mais notáveis do mundo. Entre as prioridades estão:
  • As florestas tropicais mais ricas em espécies da Terra (Amazônia, Choco-Darien)
  • Os lugares da Terra com maior riqueza de plantas endêmicas e exclusivas (Nova Caledônia-Fiji-Vanuatu, Fynbos, Sudeste da Austrália; Madagascar)
  • Os grandes sistemas hidrográficos de maior riqueza de peixes de água doce (Amazonas/Orinoco, Congo, Mekong, Yangtze)
  • Os mais altos níveis de endemismo do mundo de lagostim, mexilhão e peixes de água temperada e o rio mais antigo do mundo (rios e córregos do sudeste dos EUA)
  • As mais ricas formações secas do mundo (deserto e nascentes de Namib-Karoo-Kaokoveld e Chihuahuan)
  • As mais diversificadas pastagens e savanas inundadas (Zâmbia)
  • As mais diversificadas savanas, pastagens e áreas florestais tropicais (Cerrado-Pantanal, Miombo)
  • Os corais mais diversificados do mundo (Triângulo dos Corais; Grande Barreira de Coral-Nova Caledônia-Fiji, mares da África Oriental)
  • Os mais produtivos mares e locais de grande concentração de vida marinha, inclusive aves marinhas (Ártico, oceanos meridionais, mares da África Ocidental)
  • As mais altas pastagens do mundo, repletas das mais elevadas densidades de tigres e rinocerontes (savanas Terai-Duar do Himalaia Oriental).


 
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Benefícios e Custos do Uso da Biodiversidade



Benefícios e custos do uso da biodiversidade

O Pantanal possui um papel muito importante na conservação da biodiversidade para o Brasil e para o planeta.
A biodiversidade tem um importante valor social, cultural e também econômico para os homens.
Não é novidade que a vida humana depende diretamente da biodiversidade. É ela que fornece alimentos, água, medicamentos, além de ser a fonte de muitas outras facilidades para a vida nas sociedades contemporâneas.

A biodiversidade tem um importante valor social, cultural e também econômico para os homens. Os frutos da biodiversidade não são somente os  produtos diretamente extraídos da natureza, mas uma gama muito ampla de produtos e serviços ecológicos, incluindo a redução das emissões de gases do efeito estufa, a capacidade de adaptação aos eventos climáticos ou naturais que se intensificam agora e progressivamente no futuro, potencial de descobertas de novos produtos industriais como os cosméticos, ou para nossa saúde (medicamentos). Além disso devemos considerar também os serviços prestados que proporcionam as condições adequadas a uma vida saudável, com laser, conhecimento, respeito cultural e paisagens.

No entanto, nem sempre o uso da biodiversidade gera apenas benefícios, mas também custos.
 
As comunidades extrativistas são um bom exemplo para ajudar a entender essa relação complexa. Muitas vezes o acesso e o uso direto da biodiversidade, seja a água, a castanha ou uma planta, por uma comunidade extrativista gera benefícios diretos para a mesma, como uma boa qualidade de vida ou mesmo um retorno econômico.

Porém, em muitos casos, os recursos da biodiversidade - ou os serviços ecológicos advindos dela - servem a sociedades e economias sem que as populações que têm contato direto com essa biodiversidade recebam os benefícios gerados pelo seu uso, mas apenas os custos. O impacto negativo deixado pelo uso insustentável, que pode acarretar o desaparecimento destes recursos da biodiversidade, dos quais as comunidades dependem para sua sobrevivência, ou também a perda de oportunidades de desenvolvimento sustentável.

Ainda, outro custo da biodiversidade para tais comunidades é o custo da conservação. Este ocorre quando, em nome da conservação da biodiversidade, que é um benefício para o mundo inteiro, as comunidades são proibidas de acessar certos recursos e têm que deixar de desenvolver atividades econômicas que realizam há décadas ou séculos.

Embora o exemplo das comunidades locais possa ser mais fácil de entender, isso se aplica também a outros grupos sociais e mesmo a governos e estados nacionais.

Comunidades e debate internacional: repartição de benefícios

O exemplo das comunidades extrativistas também pode ser usado para entender a lógica do debate de acesso, uso e repartição dos custos e benefícios da biodiversidade em outra esfera - a internacional.

Mas há uma diferença: no debate internacional, a discussão ocorre em torno dos recursos genéticos, que são os recursos que possuem também valor científico, tecnológico e, consequentemente, econômico - na medida em que se transformam em medicamentos ou fórmulas patenteadas –, além dos valores ecológicos e sócio-culturais.

E nesse contexto entra em cena a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), da Organização das Nações Unidas (ONU), cujo terceiro objetivo é justamente garantir a repartição entre os países justa e igualitária dos benefícios obtidos com a exploração dos recursos genéticos e do conhecimento de populações tradicionais e indígenas – além dos outros dois, igualmente necessários e importantes: a conservação e o uso sustentável da biodiversidade.
 
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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Quais os Motivos para estarmos perdendo Tanta Bodiversidade?

"A saúde humana possui uma forte ligação com a saúde dos ecossistemas, que atendem a várias das nossas necessidades mais básicas."

Quais são os principais motivos para estarmos perdendo tanta biodiversidade?

O Índice do Planeta Vivo (em inglês) é uma metodologia de monitoramento da diversidade biológica desenvolvida pela Rede WWF
Desmatamento próximo a Rio Branco (AC)

Detalhe de área desmatada na Amazônia.

Então qual é o problema?

Por que estamos perdendo tantas espécies e faixas de terra a cada segundo?

A biodiversidade sofreu redução de mais de um quarto nos últimos 35 anos.

O Living Planet Index (Índice do Planeta Vivo), que monitora quase 4.000 populações de fauna silvestre, aponta para uma queda geral de 27% nas tendências populacionais entre 1970 e 2005.


Essa notícia não é nada boa.

Em geral, o crescimento populacional e o nosso consumo são os motivos para essa enorme perda. Em termos específicos, a destruição do habitat e o comércio da fauna silvestre são as principais causas da queda da população das espécies.

Nós...
  • coletamos,
  • derrubamos,
  • arrancamos e
  • caçamos
espécies de
  • animais,
  • árvores,
  • flores e
  • peixes
para usar na
  • medicina,
  • lembranças,
  • símbolos de status,
  • materiais de construção e
  • alimentos.

Hoje essa superexploração (caça, pesca, captura acidental) é totalmente insustentável.

Em nível global, atualmente necessitamos do equivalente a 1,4 planeta para dar vazão a nossos estilos de vida. Esta é a atual Pegada Ecológica da humanidade, isto é, a demanda das pessoas imposta ao mundo natural.

Em 2009, a humanidade usou 40% mais recursos do que a natureza é capaz de regenerar em um ano.

Esse problema (uso de recursos em velocidade superior à sua capacidade de regeneração e criação de resíduos como CO2 em velocidade superior à sua capacidade de absorção) recebe o nome de descompasso ecológico.

Atualmente mantemos esse descompasso liquidando os recursos naturais do planeta. Podemos cortar árvores mais rápido do que elas são capazes de voltar a crescer e capturar peixes em velocidade maior do que eles são capazes de se reproduzir. Embora seja possível fazer isso por um breve período de tempo, o descompasso acaba levando ao esgotamento dos recursos dos quais depende a nossa economia.

A pressão é agravada ainda mais pelas mudanças climáticas. A quantidade e o alcance de efeitos e impactos das mudanças do clima sobre a biodiversidade ainda são desconhecidos. E a capacidade (ou incapacidade) de os seres vivos se adaptarem a esses impactos é uma grande incógnita.

Entretanto, o que sabemos é que os próximos 30 anos serão determinantes.

Sabemos também que os seres humanos, e nosso comportamento, alteraram os ecossistemas da Terra com maior rapidez e amplitude nos últimos 50 anos do que em qualquer outro período da história humana.

No final das contas, pode-se dizer que a perda da biodiversidade é a maior ameaça à estabilidade e à segurança do mundo hoje.
 
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SOLFEGGIO 963 HZ | ATIVAÇÃO DA GLÂNDULA PINEAL

PENSE NISSO!

PENSE NISSO!
AGRADEÇA O QUE VOCE TEM!

A Ilha dos Golfinhos-Rotadores [DOCUMENTÁRIO COMPLETO] - Fernando de Noronha - Lawrence Wahba

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