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domingo, 29 de janeiro de 2012

O Ministério Da Saúde Adverte Formol provoca cãncer e pode matar!‏

Formol ou Formaldeído O formol ou formaldeído, solução a 37%, é um composto líquido claro com várias aplicações, sendo usado normalmente como preservativo, desinfetante e antisséptico. É usado para embalsamar peças de cadáveres, mas é útil também na confecção de seda artificial, celulose, tintas e corantes, soluções de ureia, tioureia, resinas melamínicas, vidros, espelhos e explosivos. O formol também pode ser utilizado para dar firmeza aos tecidos, na confecção de germicidas, fungicidas agrícolas, na confecção de borracha sintética e na coagulação da borracha natural. É empregado no endurecimento de gelatinas, albuminas e caseínas. É também usado na fabricação de drogas e pesticidas. Veja: Perguntas mais frequentes sobre formol.pdf Toxicidade O formol é tóxico quando ingerido, inalado ou quando entra em contato com a pele, por via intravenosa, intraperitoneal ou subcutânea. Em concentrações de 20 ppm (partes por milhão) no ar causa rapidamente irritação nos olhos. Sob a forma de gás é mais perigoso do que em estado de vapor. Carcinogenicidade (avaliação do potencial cancerígeno) Em quatro instituições internacionais de pesquisa foi comprovado o potencial carcinogênico do formaldeido. Em 1995, a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC) classificou este composto como sendocarcinogênico para humanos (Grupo 1, julho 2004), tumorogênico, teratogênico por produzir efeitos na reprodução para humanos. Em estudos experimentais, demonstraram ser também para algumas espécies de animais. Agência de Proteção Ambiental (EPA), dos EUA: ¿O composto foi avaliado pelo grupo de avaliação de carcinogenicidade da ACGIH e foi considerado suspeito de causar câncer em humanos ¿ [015,415,421]. Associação de Saúde e Segurança Ocupacional (OSHA), dos EUA: considera que o agente é suspeito de causar câncer para humanos. O Programa Nacional de Toxicologia dos EUA (Fourth Annual Report on Carcinogens) de 1984 considerou que o formaldeído é um agente cancerígeno nas seguintes doses para ratos:por via oral, 1170 mg/kg/; por via dérmica 350 mg/kg e por via inalatória 15 ppm/6 horas Sintomas em caso de intoxicação A inalação deste composto pode causar irritação nos olhos, nariz, mucosas e trato respiratório superior [036, 151, 301,406]. Em altas concentrações pode causar bronquite, pneumonia ou laringite [036,151]. Os sintomas mais freqüentes no caso de inalação são fortes dores de cabeça, tosse, falta de ar, vertigem, dificuldade para respirar e edema pulmonar [215]. O contato com o vapor ou com a solução pode deixar a pele esbranquiçada, áspera e causar forte sensação de anestesia e necrose na pele superficial. Longos períodos de exposição podem causar dermatite e hipersensibilidade, rachaduras na pele (ressecamento) e ulcerações principalmente entre os dedos; podem ainda causar conjuntivite [036,151]. O vapor de formaldeído irrita todas as partes do sistema respiratório superior e também afeta os olhos. A maioria dos indivíduos pode detectar o formol em concentrações tão baixas como 0.5 ppm e, conforme for aumentando a concentração até o atual limite de Exposição Máxima, a irritação se dá mais pronunciada. Medições das concentrações de formaldeído no ar em laboratórios de anatomia no ar têm apontado níveis entre 0,07 e 2,94 ppm (partes por milhão). Uma relação entre a concentração e os sintomas podem ser feitos: 0,1 a 0,3 ppm: menor nível no qual tem sido reportada irritação; 0,8 ppm: limiar para o odor (começa a sentir o cheiro); 1 a 2 ppm: limiar de irritação leve; 2 a 3 ppm: irritação dos olhos, nariz e garganta; 4 a 5 ppm: aumento da irritação de membranas mucosas e lacrimejação significativa; 10 a 20 ppm: lacrimejação abundante, severa sensação de queimação, tosse, podendo ser tolerada por apenas alguns minutos (15 a 16 ppm pode matar camundongos e coelhos após 10 horas de exposição; 50 a 100 ppm: causa danos severos em 5 a 10 minutos (exposição de camundongos a 700 ppm pode ser fatal em duas horas). A ingestão causa imediata e intensa dor na boca e faringe [151]. Provoca dores abdominais com náuseas, vômito e possível perda de consciência [036,151,301]. Outros sintomas como proteinúria, acidose, hematemesis, hematúria, anúria, vertigem, coma e morte por falência respiratória também podem ser observados [031]. Ocasionalmente pode ocorrer diarréia (com possibilidade de sangue nas fezes), pele pálida, fria e úmida, além de sinais de choque como dificuldade de micção, convulsões, e estupor. A ingestão também pode ocasionar inflamação e ulceração /coagulação com necrose na mucosa gastro-intestinal [151]. Também podem ser observadas lesões como corrosão no estômago e estrias esofágicas e colapso circulatório e nos rins após a ingestão. A inalação ou aspiração do produto pode provocar severas alterações pulmonares ao entrar em contato com o meio ácido estomacal [151]. Outras consequências são danos degenerativos no fígado, rins, coração e cérebro.[301, 455]. Intoxicação aguda No estado líquido ou vapor é irritante para pele, olhos e mucosas. [036,151,301,406]. Também é um potente irritante do trato respiratório. É absorvido através da pele [169]. Pode causar lacrimejamento [455]. Recomendações Segundo a OSHA, o limite máximo permitido de exposição contínua é de 5 ppm. A OSHA classificou o formol como irritante e com potencial cancerígeno. O Criteria Document publicado pelo Instituto Nacional de Saúde e Segurança Ocupacional dos EUA (NIOSH) recomenda que o limite máximo presente no ar seja de 0.1 ppm/15M e o uso de luvas e máscaras durante a manipulação do produto. A máscara deve ter filtro especial para vapores orgânicos. Informações adicionais Deve ser estocado em temperatura ambiente, mas não inferior a 15º C, protegido da luz e hermeticamente fechado para evitar contato com a atmosfera e com a luz. Em caso de derramamento usar papel absorvente para remover o líquido. Deve-se retirar toda a roupa contaminada e colocá-la em recipiente adequado para ser descontaminado Caso tenha havido contato com a pele, lavar a superfície com água e sabão. Informações técnicas Nome químico:: formaldeído a 37% Fórmula química: CH2O Fórmula estrutural: H2C=O Sinônimos: formalina, formol, formalit, ivalon, Karsan, Lysoform, Oxometano, Oximetileno. Informações físicoquímicas Descrição: composto líquido claro Peso molecular: 30.03 Ponto de ebulição: 96 C [031,036] Solubilidade: água: >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD); DMSO : >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD); 95%; etanol : >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD); acetona : >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD) Volatilidade : pressão de vapor: 93.60 mm Hg @ 38 C (RAD) densidade do vapor: 1.0 [451] flamabilidade: Este composto tem seu flash point em 85 C0 (185 F) (058). É um composto combustível. pH: 2.8-4.0 [031] Reatividade O formol é um composto químico com enorme capacidade de redução, especialmente na presença de álcalis. É incompatível com amônia, álcalis, tanino, bissulfetos, preparações à base de ferro, prata, potássio e iodo. Reage com albumina, caseína, Agar-agar formando compostos insolúveis . É violentamente reativo com óxidos, nitrometano, carbonato de manganês e peróxidos. Estabilidade Pode se transformar em nuvem especialmente em baixas temperaturas. Pode sofrer oxidação na presença do ar e da luz. Referencias Bibliográficas [015] Lewis, R.J., Sr. and R.L. Tatken, Eds. Registry of Toxic Effects of Chemical Substances. On-line Ed. National Institute for Occupational Safety and Health. Cincinnati, OH. LP8925000. March 13, 1989. [017] Weast, R.C., M.J. Astle, and W.H. Beyer, Eds. CRC Handbook of Chemistry and Physics. 67th Ed. CRC Press, Inc. Boca Raton, FL. 1986. p. C-278, #7047. [025] Buckingham, J., Ed. Dictionary of Organic Compounds. 5th Ed. Chapman and Hall. New York. 1982. Vol. 3, p. 2676, #F-00656. [031] Windholz, M., Ed. The Merck Index. 10th Ed. Merck and Co. Rahway, NJ. 1983. pp. 604-605, #4120. [036] Bretherick, L., Ed. Hazards in the Chemical Laboratory. 4th Ed. The Royal Society of Chemistry. London. 1986. pp. 344-345. [043] Sax, N.I. and Richard J. Lewis, Sr. Dangerous Properties of Industrial Materials. 7th Ed. Van Nostrand Reinhold. New York. 1989. Vol. III, pp. 1764-1765, #EMV000. [047] Weast, R.C. and M.J. Astle, Eds. CRC Handbook of Data on Organic Compounds. CRC Press, Inc. Boca Raton, FL. 1985. Vol. I, p. 641, #E00210. [051] Sax, N. Irving, Ed. Dangerous Properties of Industrial Materials Report. Bi-monthly Updates. Van Nostrand Reinhold Company, Inc. New York. Vol. 1, #4, pp. 70-72; Vol. 3, #3, pp. 71-76. [055] Verschueren, K. Handbook of Environmental Data on Organic Chemicals. 2nd Ed. Van Nostrand Reinhold. New York. 1983. pp. 678-683. [058] Information Handling Services. Material Safety Data Sheets Service. Microfiche Ed. Bimonthly Updates. February/March 1989. 1988. #5833-103, A-10. [062] Sax, N.I. and R.J. Lewis Sr., Eds. Hawley's Condensed Chemical Dictionary. 11th Ed. Van Nostrand Reinhold. New York. 1987. pp. 536-537. [082] U.S. Environmental Protection Agency, Office of Toxic Substances. Toxic Substances Control Act Chemical Substance Inventory: 1985 Edition. 5 Vols. U.S. Environmental Protection Agency. Washington, D.C. January 1986. Listed. [099] Grant, W. Morton, M.D. Toxicology of the Eye. 3rd Ed. Charles C. 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Code of Federal Regulations, Title 29, Labor, Parts 1900 to 1910. U.S. Government Printing Office. Washington. 1987. p. 681. [346] Sittig, M. Handbook of Toxic and Hazardous Chemicals and Carcinogens. 2nd Ed. Noyes, Publications. Park Ridge, NJ. 1985. pp. 462-464. [395] International Agency for Research on Cancer, World Health Organization. IARC Monographs on the Evaluation of Carcinogenic Risk of Chemicals to Man. International Agency for Research on Cancer. Geneva. Vol. 29, pp. 345-389. Supplement 7, p. 211-216. [406] Goodman, L.S., A. Gilman, F. Murad and T.W. Rall, Eds. The Pharmacological Basis of Therapeutics. 7th Ed. Macmillan Publishing Co. New York. 1985. pp. 962-963, 1631. [415] American Conference of Governmental Industrial Hygienists. Threshold Limit Values and Biological Exposure Indices for 1988-1989. American Conference of Governmental Industrial Hygienists. Cincinnati, OH. 1988. p. 22. [421] American Conference of Governmental Industrial Hygienists. Documentation of the Threshold Limit Values. 5th Ed. American Conference of Governmental Industrial Hygienists. Cincinnati, OH. 1986. pp. 276-277. [451] National Fire Protection Association. Fire Protection Guide on Hazardous Materials. 9th Ed. National Fire Protection Association. Quincy, MA. 1986. p. 325M-54. [455] The Pharmaceutical Society of Great Britain. The Pharmaceutical Codex. 11th Edition. The Pharmaceutical Press. London. 1979. pp. 372-373. [545] Office of the Federal Register National Archives and Records Administration. Federal Register, Dept. of Labor, Part III. U.S. Government Printing Office. Washington. January 19, 1989. p. 2959. [610] Clansky, Kenneth B., Ed. Suspect Chemicals Sourcebook: A Guide to Industrial Chemicals Covered Under Major Federal Regulatory and Advisory Programs. Roytech Publications, Inc. Burlingame, CA. 1990. Update, p. xv. [620] United States National Toxicology Program. Chemical Status Report. NTP Chemtrack System. Research Triangle Park, NC. November 6, 1990. Listed. http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=795#topo O Dr. Ademir Jr. esplica em seu blog: Por que você ainda pede para fazer escova progressiva com formol quando vai a um salão? Tenho observado muitas de minhas pacientes relatando que ainda fazem escovas progressivas com formol. Muitas deles chegam chorando em minha clínica reclamando que seus cabelos estão feios e quebradiços. Relatam ainda que sempre usaram formol. Usam há anos. E nunca tiveram nada de problemas. Chegam até a dizer categoricamente que certamente não foi o formol que causou danos aos seus cabelos (na verdade, quando usam este argumento é porque querem acreditar que não foi o formol que causou danos e querem que eu também acredite nisto). Logo no início da consulta sempre pergunto porque insistem no método mesmo sabendo que está proibido. Utilizo o argumento de que faz mal para a saúde delas mesmas e mais ainda para a saúde dos cabeleireiros que cedem aos apelos das clientes para fazer este tipo de procedimento. Vejo em uma boa parte das pacientes uma tendência a crer que apenas a escova progressiva batizada com formol deixa seus cabelos de um jeito que entendem que fica mais bonito. Esquecem dos riscos já anunciados aos 4 vendos por todas as associações que regulamentam o uso de produtos cosméticos e químicos sobre os males deste tipo de ingrediente. Nós médicos, de nossa parte também não deixamos de orientar e de argumentar a favor da segurança e da saúde, mas parece que não somos escutados. Na sexta-feira, dia 19 de agosto, postei imagens de cabelos tratados com formol no neste blog (quem quiser acessar, basta clicar no link: Sequência de fotos de cabelos danificados pelo formol. As imagens postadas servem para alertar àquelas que pensam que o formol apenas embeleza sobre o fato de que a sequência de uso deste tipo de produto certamente fará mal em algum momento. E não adianta pensar que isto nunca vai acontecer com você que insiste em usar formol para alisar o cabelo. Aquelas que chegam na clínica dizendo que fazem escova progressiva com formol há anos e nunca teve problemas, quando avaliadas normalmente apresentam sinais de que o dano interno da fibra já ocorreu e que o dano externo é iminente. É questão de tempo para que este cabelo fique destruido pelo formol. Do ponto de vista da saúde como um todo. Já vimos uma enormidade de casos divulgados pela mídia de clientes de salão que foram parar no hospital por conta do formol. Intoxicadas e com sérios problemas respiratórios, oculares e sistêmicos. E isto porque a cliente fica exposta pouquíssimo tempo ao produto. Agora imaginem os cabeleireiros que ainda utilizam o formol em seus salões. Estes podem até estar satisfazendo a vontade de suas clientes e se beneficiando com o lucro fácil que vem de um movimento de clientes que ainda se submentem a este procedimento. Mas poderão não ter saúde no futuro para gozar deste dinheiro fácil, uma vez que a continuação do uso do formol cobrará um preço caro por terem sido profissionais que não seguiram às recomendações da ANVISA e de todas as associações médicas que tinham como objetivos evitar riscos e protege-los. Para finalizar este argumento, não pense que aquela mascarazinha colocada com o intuito de evitar a inalação do vapor do formol é suficiente. Não é! Quem usa está correndo risco do mesmo jeito e muito mais do que as clientes que se submentem ao procedimento a cada 2 a 3 meses. Vou fazer uma afirmação importante aqui: Irresponsáveis os clientes que insistem em pedir escova com formol e os cabeleireiros que cedem a estes pedidos ou que batizam produtos de alisamento com este composto. Não. Eu não estou sendo exagerado. Só estou querendo ser escutado, uma vez que minhas afirmações podem até chocar, mas visam o bem estar e a saúde de clientes e profissionais cabeleireiros. Quem tiver ouvidos para ouvir que ouça. Sigo com a campanha: NÃO USE FORMOL PARA ALISAMENTO CAPILAR Em tempo, a ANVISA permite 0,2% de formol como conservante. Mais que isto é crime! http://tricologiamedica.blogspot.com/2011/08/por-que-voce-ainda-pede-para-fazer.html

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