TRANSFORMAÇÃO/VIDA

TRANSFORMAÇÃO/VIDA
SOMOS PARTE DO PLANETA

EU SOU O AMOR E A VIDA!

Minha foto

   

   Sou Feliz.Amo tudo q está vivo.Amo o Mar e toda a Natureza.Amo a Vida!!!Amo o Universo...as Estrelas....o Cosmo....Somos Um!!!

   ""Os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar... Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado.Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre..."BOB MARLEY



EU AMO A NATUREZA E VOCE?

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O Rio Grande do Sul Perde 54% da sua Área Original / Pampa

Pouco valorizado, Pampa perde 54% de sua área original


Por ser o mais recente bioma do Brasil, o Pampa ainda é pouco valorizado e já perdeu mais da metade de sua área original e diversas espécies típicas da fauna e flora gaúcha, por conta de atividades agropecuárias insustentáveis

Apenas no ano de 2004, o Pampa – que, no Brasil, é restrito ao Estado do Rio Grande do Sul – foi reconhecido oficialmente como bioma pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e, também, pelo MMA – Ministério do Meio Ambiente. No entanto, apesar de ser um bioma recente, o Pampa já sofre com o problema da devastação ambiental e perdeu 54% de sua área original.




A destruição intensa da biodiversidade da região tem, apenas, um culpado: o desmatamento, que é praticado no bioma para possibilitar a realização de atividades agropecuárias insustentáveis. Entre as mais comuns estão a produção de papel e arroz e a pecuária intensiva, que acontecem, principalmente, na cidade de Alegrete, segundo levantamento feio pelo Ibama.



O alto índice de devastação estaria relacionado ao recente reconhecimento do Pampa como bioma. De acordo com o MMA, isso faz com que as pessoas não o valorizem como deveriam e, ainda, pensem que, por ser um bioma novo, ainda há muito para devastar sem grandes consequências.



PERDA DE BIODIVERSIDADE É PREOCUPANTE

O ritmo de devastação do Pampa ainda é o menor entre os biomas brasileiros. A região perde, em média, 364 km² anualmente, enquanto a Amazônia, por exemplo, perde 18 mil km² no mesmo período. Ainda assim, o MMA considera a perda da biodiversidade na região preocupante e digna de atenção, já que o Pampa possui uma grande quantidade de espécies da fauna e flora que são exclusivas do bioma.



No total, são quase 4 mil espécies típicas da região gaúcha, sobretudo vegetais – sem contar a biodiversidade que ainda é desconhecida pelos pesquisadores. Recentemente, por exemplo, foram descobertos novos tipos de peixes e crustáceos nos corpos d’água da região dos campos do Rio Grande do Sul.



A conservação de toda essa biodiversidade do Pampa traria, além dos já conhecidos benefícios da conservação da fauna e flora, uma outra vantagem: a garantia da manutenção das áreas de recarga do aquífero Guarani, que é um reservatório de água importantíssimo para os países do Mercosul (para saber mais, leia a reportagem Aquífero Guarani e a água do Mercosul).



Apesar disso, a proteção da biodiversidade do bioma ainda não é prioridade no Pampa. Segundo dados do governo do Rio Grande do Sul, apenas 3,6% das áreas do bioma consideradas prioritárias estão sob algum tipo de proteção. Para amenizar a situação, o MMA e o ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade realizaram alguns estudos técnicos e se comprometeram a criar três novas unidades de conservação na região. Além disso, o governo ainda quer incentivar outras iniciativas que considera importantes para a preservação do bioma, como o turismo ecológico e a pecuária extensiva, que é típica da cultura gaúcha e contribui para a manutenção e conservação da vegetação local.

Nenhum comentário:

936Hz Pineal Gland Activation/Meditação

PENSE NISSO!

PENSE NISSO!
AGRADEÇA O QUE VOCE TEM!

French Documentary - Oceans III - 1080p Eng Subs.avi

WWF

Descubra quanto de Mata Atlântica existe em você!

Amazônia

Loading...

MORFEU E A MATRIX!!!!

MORFEU E A MATRIX!!!!

Por Um Brasil Mais Verde!

Mapa-Mundi da Devastação!

Mapa-Mundi da Devastação!
Nos Quatro Continentes

Extinção e Bio-Diversidade!

O CICLO DO URÂNIO