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quinta-feira, 21 de julho de 2011

AS CIDADES INTRATERRENAS

AS CIDADES INTRATERRENAS



Saudações, Queridos! Eu sou Metatron, Senhor da Luz, e lhes dou as boas-vindas a estas palavras vivas. Abraço cada um de vocês em amor.

Agora vocês pensam que o seu planeta é uma esfera sólida, mas Queridos, na verdade o seu planeta é achatado nos pólos e contém grandes vazios em seu interior, que abrigam aquilo que vocês chamam de civilizações perdidas. Seus geólogos determinaram que seu planeta tem 4,5 bilhões de anos, e lhes dizemos que isto é quase exato, dentro das leis da sua ciência. O que os seus cientistas não compreendem é que a dimensionalidade influencia as leis da sua ciência.


Muito tem sido falado sobre civilizações intraterrenas. Elas existem? E se existem, onde se localizam?


Metatron: Elas realmente existem e têm existido há muito tempo. Há uma raça de seres humanóides, que se originou nos tempos da LeMúria e na fase posterior de Atlântida, que descobriu um meio de entrar nas fendas profundas e vazias da sua Terra. Existe uma grande extensão de vazios no seu planeta, que eram conectados por uma vasta rede de túneis. Esses primeiros seres que entraram ali tinham um corpo mais leve, uma forma física não tão densa quanto a que os seres humanos da superfície têm, desde que evoluíram para essa forma na superfície. Inicialmente esses seres da LeMúria entraram nessas fendas para escapar da fúria daquilo que vocês chamam de dinossauros, que infestaram seu continente durante um longo tempo. Com o tempo eles descobriram vastas áreas de grande tranqüilidade e intensa beleza, conforme se adaptavam a esses mundos internos.

Ao se aventurarem mais profundamente na Terra, esses seres descobriram que existe um sol interno, por assim dizer, nas profundezas da Terra. O sol interno emite uma forma de luz azul, e os antigos LeMurianos, em corpos semifísicos e etéricos, desenvolveram meios de enxergar nessa luz, e descobriram uma incrível beleza nos abismos internos. Alguns de vocês pensam que os LeMurianos ascenderam. A verdade é que eles descenderam para dentro da Terra, mas estão muito perto daquilo que pode ser chamado de conclusão do seu ciclo, ou Ascensão. Existem literalmente dezenas de cavernas internas sob as áreas de Arizona, Nevada e Califórnia. Muitas delas foram encontradas por seres humanos no seu século passado. Estas existem na região do Grand Canyon, Flagstaff, na região que vocês chamam de Area 51 e Death Valley na Califórnia.



Os povos indígenas, agora chamados de Hopi, Navajo e Havasuapi, ainda conservam lendas e, na verdade, algum conhecimento a respeito dessas cavernas e túneis. Agora, é preciso observar que, naquilo que é chamado de interior da Terra, o aumento das pressões e magnetismo das forças gravitacional e teotônica cria um modelo de vetor único e específico, que permite maior tangibilidade, maior ancoragem daquilo que vocês chamam de paralelos dimensionais.

Portanto, realmente existem concentricidades na Terra que permitem múltiplas sobreposições de dimensões internas. Na verdade, elas existem em todos os lugares do Universo, como vocês o conhecem, e existem na superfície do seu planeta, mas são consideravelmente menos tangíveis devido à densidade eletromagnética e à densidade da pressão, que citamos. Digamos que dentro da Terra o modelo energético torna-se mais focal nas camadas, e permite que existam mais dimensões e que se concentrem mais pixels de força vital e mais éter. Fazendo uma analogia grosseira, seria como comparar uma televisão que recebe um sinal de antena com outra que recebe o sinal via cabo ou satélite, sendo a primeira o modelo da superfície do seu planeta, e a segunda o interior da Terra. Neste caso, mais canais são disponíveis – e disponíveis numa definição mais rica – mas estamos falando de dimensões paralelas quando usamos o termo canais.

Consequentemente, dentro da Terra existem paralelos separados, sucintamente justapostos lado a lado e em superposição concêntrica, que permitem que formas diferentes de vida coexistam sem verdadeiramente se tocarem, por assim dizer. E exatamente do mesmo modo que muitos canais estão disponíveis em um mesmo aparelho de televisão, assim também existem muitos planos de dimensão paralela existindo dentro da mesma Terra. De fato a maioria dos extraterrestres que mantêm bases no interior da Terra as mantêm nesses modelos de freqüência paralela, que podem ser chamados de holográficos. Entendem? Então, existem muitas formas de vida nas concentricidades da Terra, muitas das quais estão aqui há muito mais tempo do que a espécie humana, muitas das quais se consideram com tanto direito à Terra quanto vocês. Mas, na verdade, aqueles que estão mais estreitamente alinhados com a espécie humana são os da antiga LeMúria.


Onde esses seres vivem, e como se parecem?

Metatron: Na verdade, esses seres da LeMúria são muito mais altamente evoluídos em espírito do que vocês, neste momento. Como eu disse, seus corpos são menos densos, mas são realmente físicos. A pele deles assumiu um matiz esverdeado e, em alguns casos, verde azulado, porque a água que eles bebem tem um conteúdo altamente mineral, contendo cobre oxidado e outros metais em maior concentração. Estes seres são pacíficos, não conhecem nenhuma outra religião além do amor da fonte, e compreendem o que é chamado de grande tranqüilidade. Eles estão muito conscientes de vocês, mas não têm nenhum desejo de se inter-relacionar. Por que? – vocês perguntariam. Devido a inúmeras razões, sendo que a mais predominante é que eles estão conscientes da sua natureza violenta, do seu medo e da sua falta de desenvolvimento espiritual coletivo. Estão conscientes das suas doenças físicas, algumas das quais poderiam contaminá-los potencialmente, e eles são incapazes de suportar seus raios solares.

Digamos que eles evoluíram em seres que estabeleceram uma rota exclusiva e estão prestes a completar sua jornada. Seus corpos são sustentados por uma força cristalina magnética, e por uma fonte de luz que é emitida pelo centro do seu planeta. Suas capacidades mentais permitiram que eles aproveitassem esses campos de força e os adaptassem para o seu sustento físico e espiritual. Embora eles estejam numa biologia física, ela é uma biologia mais quadridimensional e muito menos densa do que a de vocês. Muitos deles são bem hábeis naquilo que vocês chamam de tele-transporte. Realmente houve contato entre os habitantes do mundo interno e os seus governos, mas não um inter-relacionamento. Houve mensagens sobre a necessidade da raça humana da superfície estar consciente das mudanças que virão. Como dissemos antes, os seres do mundo interior estão numa rota diferente, num ciclo de tempo diferente, e este está próximo da conclusão. Você perguntou onde esses vazios internos estão localizados.



Tendo em mente o aspecto do paralelo dimensional, lhe respondemos que, nos seus termos, a maior concentração desses vazios está em terras sob os mares, mas existem bolsões abaixo de todas as massas de terra. As regiões do noroeste dos Estados Unidos, as montanhas de Arkansas, Novo México, Arizona, México, América Central, Peru, Grã-Bretanha, Europa, os Himalaias, Chile, Argentina, África, Bolívia, Brasil, China, Sibéria, Groelândia, Islândia e Sri Lanka, todas elas contêm colônias intraterrenas.


A que profundidade eles vivem, dentro da Terra? A Terra tem pontos de acesso a esses vazios internos?

Metatron: Dissemos que pontos de entrada ocorrem nos pólos e em muitas aberturas na superfície do planeta. É impossível definir a profundidade, já que são realmente paralelas em termos de dimensão, e as medidas, nos seus termos físicos, não são verdadeiramente válidas. Alguns dos vazios e comunidades menores estão bem perto da superfície, mas as principais áreas ocas estariam, nos seus termos, a mais ou menos 20 milhas abaixo da camada da superfície e algumas, numa profundidade aproximada de 100 milhas. Seus geólogos achariam difícil de imaginar isto devido à sua interpretação da pressão e calor, mas lhes dizemos que estes lugares existem, e a vida existe dentro deles através da arregimentação de campos de força.

Mas estas distâncias são relativas à multidimensionalidade paralela. Se, por exemplo, você conseguisse entrar por uma das regiões dimensionais polares ou por uma das suas passagens dimensionais trianguladas, em uma Terra paralela, em um continuum de espaço-tempo diferente, a que distância você verdadeiramente se encontraria do ponto em que entrou? A resposta pode estar em polegadas ou éons, dependendo do modo como você a enxerga. A ciência que está mais perto de englobar com precisão a infinidade dos mundos é a física quântica, e esta ciência está apenas começando a ser compreendida nas comunidades científicas da Terra. O paradigma precisa mudar, assim como a base geométrica e matemática, antes que esta ciência seja decifrada com exatidão no seu plano. As principais entradas para os vazios internos do planeta são através das Regiões Polares.



Os aspectos dimensionais expandidos da sua Terra multidimensional estão conectados de forma quântica nos pólos. O aspecto magneticamente achatado das Regiões Polares é que possibilita as áreas ocas na esfera planetária. Seu Almirante Byrd escreveu a respeito de voar sobre essa região e ver terras tropicais onde rios correm. Nós lhes dizemos que ele realmente passou dimensionalmente, por um breve período atemporal, para dentro do aspecto paralelo da Terra oca, e que ele e outros fizeram isto em várias ocasiões. Nas Regiões Polares, o hiper-transporte dimensional pode ocorrer sob uma série de condições específicas. O transporte dimensional pela abertura polar é mais ou menos como atravessar um campo cônico inclinado e íngreme, virando rápida e elipticamente. A sensação é de subitamente estar "achatado" de novo, ou paralelo à superfície. Na verdade, se está realmente numa dimensão paralela. Os seres do interior da Terra existem nesse tipo de espaço. Existem muitas raças e seres na sua Terra "multidimensional". Inclusive muitos que vocês chamam de extraterrestres, que poderiam reclamar a cidadania do seu planeta com tanta convicção quanto vocês. Na verdade, na maioria dos casos, eles estão na Terra há mais tempo do que a humanidade.

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